A Zero em Comportamento na Casa do Comum apresenta, em Junho, o programa CINEMA QUEER — SEXUALIDADE, IDENTIDADE E LIBERDADE, um percurso por filmes que exploram o que significa existir fora das normas impostas pelo género, pelo desejo e pela identidade. O ciclo reúne vozes de diferentes geografias e gerações — do documentário à ficção, da curta à longa-metragem — unidas pela recusa em reduzir a experiência humana a categorias fixas. Filmes que não explicam, que habitam: o amor adolescente, a transição, o palco como resistência, o corpo como território político. A programação inclui ainda dois blocos dedicados ao novo e novíssimo cinema queer português, afirmando que este olhar tem também uma voz própria e crescente em Portugal. Uma programação que propõe o cinema como espaço de reconhecimento, de confronto e, acima de tudo, de liberdade.

As sessões de curtas metragens portuguesas contarão com a presença dos realizadores.

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CURTAS #2 _ NOVÍSSIMO CINEMA QUEER PORTUGUÊS

Vários realizadores, 81 min.

Quatro filmes de cineastas em início de percurso que refletem sobre o que significa ser queer, crescer e encontrar uma linguagem própria.

SINOPSES:

VINTE E POUCOS
Após o desfecho de um relacionamento de três anos, João escreve uma carta de autorreflexão onde aborda diversos tópicos: amor, amizade, memória, medos, paixões, identidade e crescimento pessoal.

COMING OUT
Na cidade de Barcelona, 10 pessoas com diferentes origens falam sobre o seu processo de coming out enquanto pessoas LGBTQ+.

PELICULAS
Películas é o nome do livro de poesia que empresta o título a este filme-ensaio sobre a vida e obra de Luís Miguel Nava — poeta homossexual nascido na conservadora Viseu, morto em Bruxelas, cuja magnífica obra permanece desconhecida para a maioria dos seus conterrâneos. A partir de arquivos familiares em super 8 e de excertos de Un chant d’amour (1950) de Jean Genet, constrói-se um corpo feito de memórias, poemas e paisagens, adensado pelas trevas do Vulcão, o seu último livro. Este filme é uma carta de despedida escrita por alguém que nunca teve a oportunidade de o conhecer.

REZBOTANIK
Depois de festas com drogas e sexo sem fim, Rezmorah busca refúgio no Jardim Botânico de Lisboa. Mais do que um parque, o lugar é um museu vivo: e é no meio de sua flora tropical e exótica que Rez fala de sua relação com o espaço, com a noite e com o gênero, fabulando sobre a vida queer e as suas conexões com o universo botânico.

Bilhetes até ao dia da sessão: 4€ · No dia da sessão: 5€